É nesta quinta!

Olá meus leitores. Estou feliz com a volta às aulas. Bem, mais ou menos, pois mudar de escola é sempre um novo desafio, mas vou fazer o possível para me adequar à nova situação.

O post de hoje é para falar de algo que eu amo e adoraria dividir com vocês. Nesta quinta-feira estreia a segunda temporada de um de meus seriados preferidos: Aline!

Não sei se o conhecem, mas se sintonizar na Globo, o que não falta são comerciais. Minha paixão começou no ano de 2008 quando assisti ao especial de Natal. Adorei! A história de uma garota e de seus DOIS  namorados (sim, você leu certo) me encantou completamente. Tive uma surpresa quando criaram a primeira temporada no ano seguinte e não deixei de assistir. Procurei saber mais sobre a obra que é baseada nas tiras do cartunista Adão Iturrusgarai, o criador desta personagem fascinante.

Aline é uma garota descontraída e feliz no auge de seus vinte e poucos anos. Muito maluquinha, tem uma filosofia de vida diferente e acredita plenamente no amor. Sim, ela tem dois namorados, mas eu explico. Um deles é Otto, que conheceu a Aline quando ela foi a borracharia de seu pai pois tinha furado o pneu de sua bicicleta. Lógico que ela se encantou por ele. Otto é inteligente, engraçado, meio bobinho e um amor de pessoa, mas era péssimo borracheiro.

Logo, foram morar juntos, mas como a falta de dinheiro estava grande e as dívidas de acumulavam, decidiram dividir o apartamento com alguém para tirar a “barriga da miséria”, então ela espalhou vários cartazes pela cidade com a seguinte frase:

“Procura-se rapaz atraente, jovem e atlético para dividir apartamento”

Depois de muitos candidatos, aparece Pedro, o cara certo para a situação. Com a convivência, Aline passa a amar os dois ao mesmo tempo, o que se torna uma relação pra lá de moderna.

A primeira temporada teve 7 capítulos, já a segunda terá 10. Vamos ver o que nos aguarda.

Em 2009, Aline falou do seu diário secreto, de serial killers, de como fica com neura quando acha que está gorda, da sua TPM monstrual, de sua festa de aniversário que é a mais maluca de São Paulo, de quando foi ao Rio de Janeiro e por fim de como não conseguiria escolher entre ou viver sem o Pedro e o Otto.

A série é algo bem jovem e atual, mostrando as diversas facetas de uma garota diferente e incrível como a Aline. Certa vez, eu e minha mãe ficamos discutindo em como seria sê-la. Ela não se preocupa com o que os outros pesam dela, tem suas maluquises, suas neuras, tristezas e ainda assim procura viver o melhor da vida, tentando viver o melhor que pode antes que o tempo passe e não tenha aproveitado nada.

A série começa nesta quinta-feira, dia 3 de fevereiro depois do BBB 11. Procure pelos capítulos antigos You Tube, pois vale a pena. Meu preferido, particularmente, é o do aniversário dela. Também adoro o da TPM e de quando ela acha que está gorda.

A seguir, a música de abertura, da qual eu sou fã convicta, da Blubell.

Crystal

O namoro mais moderno do mundo

À esquerda, o pai da Aline, Zé, e do lado direito dela, Yuri, seu louco analista e também louco por ela

Dolores, a mãe da Aline

Pipo e Ricco, donos da Pipo e Ricco Records, onde trabalha a Aline

A direita, Max, funcionário da loja e apaixonado pela Aline

Dona Rosa, síndica do prédio e odeia Aline

Wallace, vestido de Darth Vader, vizinho da Aline e louco por ela

Kelly, vizinha da Aline

1 comentário (+adicionar seu?)

  1. Joey Grant
    jan 06, 2013 @ 13:55:52

    Dizem que a 3ª temporada de Fringe está impecável e eu assino embaixo. A série realmente mostrou a que veio neste ano com uma sequência tão boa de episódios que é raramente vista na TV. Confesso que eu não fui fã da história dos “imãs de alma” de William Bell e Olívia. Se o ator Leonard Nimoy disse que não quer mais atuar e “Belly” satisfatoriamente já havia deixado a série, sem pendências, trazê-lo de volta foi desnecessário. Óbvio que o trabalho de Anna Torv foi fenomenal, mas a execução como um todo careceu de uma mitologia mais bem elaborada para nos fazer acreditar que ele estava dentro dela e que tudo aquilo não era apenas uma ótima performance. Mas o grande cerne da temporada, a guerra entre os dois universos (algo que é repetido e prometido desde a 1ª temporada), realmente tomou forma de maneira grandiosa e que fez jus a toda a expectativa. Torço apenas para que Fringe não siga o caminho de Alias, com as tais profecias sendo engolidas pelo roteiro ao ponto de se tornarem insustentáveis ou, o que é pior, cheias de “adendos”. Gosto muito da série de Sydney Bristow (outra criação de Abrams), mas convenhamos que ela não era muito boa em seus desfechos. O título do último episódio da temporada se chama “O Dia em Que Morremos” e o trailer é de arrepiar. Qual lado sobreviverá?

    Responder

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